O mundo acordou diferente neste início de 2026. Ao invadir a soberania de um país vizinho para capturar um líder dentro de sua própria casa, os Estados Unidos deram um passo maior que as pernas. É o efeito de uma “espinafre mágica” — uma autoconfiança exagerada que ignora uma lei básica da física e da política: para toda ação, existe uma ocorrência.
O Tabuleiro Global e a Resposta dos Blocos
Não se enganem pela calmaria momentânea. Os países do bloco BRICS estão analisando cada movimento com cautela extrema, mas a entrega é inevitável. A história nos mostra, através da queda de impérios como Roma e Babilônia, que subestimar a resiliência de outras culturas e a força de novos blocos econômicos é o primeiro passo para a retração histórica. Washington assinou, em janeiro de 2026, o início de sua própria perda de influência global.
O Palanque Eleitoral: O Repúdio do Jornal O Centro
Enquanto o tabuleiro internacional se move, observamos aqui no Brasil uma aparência lamentável. Governantes de estados importantes, que deveriam focar na estabilidade econômica, estão usando essa tensão internacional como palco eleitoral.
Como jornalista e diretor do Jornal O Centro , repudio veementemente essa postura. É uma miopia política grave. Aqueles que tentam transformar uma crise de soberania em votos enfrentarão uma perda significativa de substituição. O povo e a história refletiram a diferença entre o líder oportunista e o governante — seja prefeito ou governador — que se solidariza de forma honesta e estratégica com as consequências reais desse conflito.
O mundo não aceita mais governantes que se sintam “donos da casa alheia”, seja no âmbito internacional ou na política doméstica. A hora é de moderação e inteligência, não de gritos de ordem para ganhar curtidas nas redes sociais. A história está sendo escrita agora, e ela será rigorosa com quem confundiu poder com espetáculo.

